Parados no cais de espera para fazer o check out:
A nossa vela grande ainda repousa, não tarda muito já a acordamos :)
Saída da marina de Cascais.Céu e mar...hummm
Mais um bocadinho de sol e navegamos a boa velocidade para o Guincho.
Vista do mar para a Senhora da Guia.
Com a aproximação ao Guincho o tempo muda, frio, chuva e muito vento.
Marina de Oeiras. Depois da tempestade, a bonança!
Ainda não foi desta que chegamos ao Guincho, mas foi a primeira vez que fui para norte de Cascais e gostei.
Quando saímos da marina o tempo estava morno e agradável, mas à medida que navegamos para norte o tempo ficou frio e chuvoso. Eu já tinha 3 camisolas vestidas e um casaco de lã, estava habilitada a fazer um documentário sobre a vida das cebolas, tantas camadas de roupa tinha em cima!
Estava a recolher a genoa para estabilizar o barco e bati com a cabeça na retranca o que me fez largar o cabo, queimar os dedos e largar logo ali meia dúzia de palavrões de caserna. Foi mais ou menos nesta altura que achamos prudente inverter marcha e regressar mais cedo para o nosso destino, Oeiras.
Assim que começamos a velejar no sentido do rio o tempo melhorou e o sol voltou.
Com estas tréguas aproveitamos para comer o nosso farnel, como o pão estava tão frio que facilmente podia ser considerado uma arma de auto-defesa, o meu rapaz resolveu aquecê-lo. Assim, fiquei ao leme enquanto ele foi transformar a nossa sandes em pão crocante e quentinho que acompanhamos com chá quente que tínhamos reservado no termo. É nestas alturas que as coisas simples da vida parecem manjares!
Atracamos em Oeiras com dificuldade. (temos de treinar melhor as chegadas ao cais). Arrastamos com a nossa vela a cana de pesca do barco vizinho, que de I passou a L ups!
